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Estamos quase na véspera de Yom Kipur, Dia do Perdão.

D'us perdoa nossos atos errados.

D'us perdoou Adão por ter comido do fruto proibido.

D'us perdoou o povo de Israel que fez um ato da apostasia, ao fazer um bezerro de ouro e nos deu as segundas tábuas da lei, e assim a cada ano D'us perdoa os nossos erros.

Mas com uma condição: devemos nos arrepender. É preciso que nos arrependamos. Por isso existe uma mitsvá importante chamada Teshuvá - o arrependimento sincero.

Se nós mostramos um arrependimento sincero, que não vamos mais cometer o mesmo erro, que vamos tomar boas decisões no futuro, então neste momento há uma Teshuvá, ou seja, um retorno sincero, até mesmo erros do passado são apagados. Uma bondade de D'us. O homem é capaz de corrigir seu passado.

Normalmente, nós somos donos do presente, e ainda tem que ver... E de repente D'us nos diz que uma  coisa que já passou, talvez anos tenham se passado, é possível corrigir, limpando, purificando e abrindo  uma folha nova. Isso desde que tenhamos um arrependimento sincero.

Por isso que em Yom Kipur nós pegamos várias vezes o nosso punho e batemos no peito. Falamos que pelo pecado tal, eu me arrependo; pelo pecado outro, estou me arrependendo, e assim por diante como se fosse uma confissão, no entanto de forma silenciosa a discreta entre mim e D'us, sem intermediários.

Yom Kipur transforma as "manchas" em boas ações. Nossos sábios dizem no Talmud que o arrependimento que é feito com temor a D'us, transforma erros voluntários em erros involuntários.

Um arrependimento que é feito por amor a D'us transforma erros voluntários em boas ações. Então está em nossas mãos.

Chag Sameach. Um jejum fácil para todos nós e que D'us nos inscreva e nos sele todos nós no Livro da Vida, no Livro dos Justos, para um ano repleto de realizações grandes, materialmente e espiritualmente.